O Silêncio dos Jornalistas em Tribunal  
Outros Processos Portugueses  


Não obstante o processo de Manso Preto tenha sido o mais mediatizado, outros jornalistas foram instados pelos tribunais a revelar as suas fontes confidenciais durante o período em análise neste livro.

Paula Martinheira e Eduardo Mascarenhas, do “Diário de Notícias”, Carlos Varela, então no “Correio da Manhã”, Mónica Pereira, do semanário açoriano “Expresso das Nove”, Alexandre Ribeiro de Almeida e Fernando Carneiro, da Lusa, ou Nuno Mendes, que teve um processo enquanto correspondente do “Público” nos Açores, contam-se entre os jornalistas pressionados pela Justiça e cujos casos chegaram ao Sindicato da classe, entidade que tem sempre de ser ouvida acerca de uma eventual quebra do sigilo.

Em algumas destas situações, o direito à confidencialidade das fontes foi considerado de preservar pelos magistrados, enquanto noutros os jornalistas continuam a aguardar a resolução dos seus processos.

 

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